“Dois corações batendo como um”, ilustração de Charles Mark Relyea (1863 – 1932).
Vai a lua em serenata
pela noite andando ao léu,
triste boêmia, de prata,
pelas esquinas do céu.
(Durval Mendonça)
Vai a lua em serenata
pela noite andando ao léu,
triste boêmia, de prata,
pelas esquinas do céu.
(Durval Mendonça)
« Da janela vê-se o Corcovado… Eu, pintora: Djanira da Motta e Silva »


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